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O Setorial de Transportes do PT nasceu junto com o Partido dos Trabalhadores. O objetivo sempre foi o de fomentar políticas públicas para o transporte coletivo e logística para distribuição de mercadorias. Estamos abrindo esse espaço para ampliar a discussão sobre o tema.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Metrô SP desclassifica propostas de monotrilho

10/06/2010


O Metrô de São Paulo publicou nesta quinta-feira (10), em seu site, um aviso de que todas as propostas comerciais para a concorrência internacional do monotrilho do Expresso Tiradentes foram desclassificadas e que os consórcios terão que apresentar “novas propostas adequadas às condições originais da licitação”. Os consórcios em questão são Expresso Monotrilho Leste (Queiroz Galvão/OAS/Bombardier) e Prolongamento Linha 2 Verde (Andrade Gutierrez/CR Almeida/Scomi), habilitados para a concorrência em março.

Entenda o processo

A licitação para o projeto, fabricação, fornecimento e implantação do monotrilho está em andamento desde dezembro do ano passado, quando as propostas deveriam ter sido entregues e o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) suspendeu a licitação.

No início de fevereiro, o processo foi retomado e na segunda quinzena do mês o Metrô recebeu quatro propostas - Expresso Monotrilho Leste (Queiroz Galvão/OAS/Bombardier); Monotrilho Tiradentes (Odebrecht/Carmargo Correa/Mitsubishi/Hitachi); Prolongamento Linha 2 Verde (Andrade Gutierrez/CR Almeida/Scomi); e Metropolitano (Delta/EIT/Intamin).

Na segunda quinzena de março, os consórcios Expresso Monotrilho Leste e Prolongamento Linha 2 Verde foram habilitados para o certame. Uma semana depois, o processo foi suspenso novamente e retonou em abril com a avaliação das propostas comerciais, que agora foram indeferidas.

Em maio, o jornal Folha de S.Paulo publicou uma reportagem (Consórcio do monotrilho pede R$2,99 bilhões) falando que a melhor proposta para a construção do monotrilho foi apresentada pelo consórcio Expresso Monotrilho Leste - Queiroz Galvão/OAS/Bombardier, que apresentou um preço 43% superior ao teto estipulado pelo Metrô.

Segundo a reportagem, o consórcio pediu pela obra R$ 2,99 bilhões - o teto fixado pelo Metrô era de R$ 2,09 bilhões.

A Revista Ferroviária entrou em contato com a assessoria de imprensa do Metrô, mas até a publicação desta reportagem não houve retorno.

Confira o aviso do Metrô na íntegra:

AVISO (FASE COMERCIAL) - RETI-RATIFICAÇÃO


CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL Nº 41889213 - PROJETO, FABRICAÇÃO, FORNECIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA MONOTRILHO PARA O PROLONGAMENTO DA LINHA 2 - VERDE DO METRÔ DE SÃO PAULO. A COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO - METRÔ comunica que, após análise da documentação integrante deste processo concluiu por desclassificar todas as propostas com base nos itens h.5.1, h.5.2, h.5.2.1 e h.5.3 das Condições Gerais do edital e com base no artigo 48 § 3º da Lei Federal nº 8.666/93, ensejar às empresas proponentes a apresentação de novas propostas adequadas às condições originais da licitação, no dia 18/06/2010 às 9h, com tolerância de quinze minutos, na Gerência de Contratações e Compras, situada na Rua Boa Vista, 175 - 2º Andar - São Paulo, Capital. O processo administrativo encontra-se franqueado para vistas no 3º Andar, neste mesmo endereço.

Comparativo metrô x monotrilho



Comparativo metrô x monotrilho - Presentation Transcript


1 - PROJETO MONOTRILHO CIDADE TIRADENTES 23,8 km de Vias Elevadas 12 a 15 metros Estações elevadas Origens: Fura Fila, Expresso Tiradentes. Linha 2 Verde - Oratório

2 - MONOTRILHO Principais vantagens: - Via elevada simples, menor impacto visual. - Mais barato que Metrô. - Reduz desapropriações. - Utiliza peças pré-moldadas, agiliza a construção. - Sem emissão de gases, sistema elétrico. - Sem ruídos, pelo uso de pneus. - Menor custo de implantação. Monotrilho em Tama (Japão) Pneus Viga de Concreto Monotrilho em Los Angeles

3 - COMPARAÇÃO Principais vantagens: - Via elevada simples, menor impacto visual. COMPARANDO COM QUEM? - Mais barato que Metrô. - Corredor de Ônibus - Reduz desapropriações. - Metrô - Utiliza peças pré-moldadas, agiliza a construção. - Sem emissão de gases, sistema elétrico. - Sem ruídos, pelo uso de pneus. - Menor custo de implantação. Corredor ABD (Jabaquara - São Mateus) EMTU Metrô Linha Azul

4 - SEGURANÇA resgate utilizando outro trem escadas externas dispositivos retrateis contidos no trem passagem entre as vigas de concreto

5 - CAPACIDADE Expressa em numero de passageiros transportados por hora por sentido Baixa Capacidade: automóveis, ônibus Média Capacidade: BRT, VLT, Monotrilho Alta Capacidade: Metrô, Trem Regional Monotrilho 4.000 a 25.000 p/h/s Metrô 20.000 a 60.000 p/h/s A Capacidade resulta principalmente dos seguintes fatores: - Nível de segregação da via. Se possui interferências (cruzamentos). - Tipo de via. Elevada, enterrada ou em nível. Interferências externas, intempéries. - Tamanho dos trens, volume interno e tamanho da composição (numero de carros). Consequentemente tamanho de estação e potencia do motor. - Freqüência entre trens (headway). Determina a quantidade de trens, o sistema de comunicação entre trens, e a complexidade da operação.

5 - CAPACIDADE Demanda Metrô Linha Vermelha: Atinge 80.000 p/h/s. 20.000 ‘sobrando’ Anhaia Melo: Cerca de 20.000 p/h/s somados, atingem 40.000 p/h/s Mais crescimento populacional, crescimento econômico e demanda reprimida. Carregamento ônibus na Anhaia Melo 17.200 p/h/s (SPTrans Interligado, 2004) A capacidade do sistema deve ser adequada à demanda, existente e futura. Carregamento Linha Vermelha 68.000 p/h/s (Metro, 2005)

6 - CUSTO Monotrilho: R$ 70 a 130 milhões por km (US$ 35 mi a 70 mi) Metrô: R$ 160 milhões a 380 milhões por km (US$ 80 mi a 200 mi) Custo estimado para o projeto: 2,8 bilhões de reais, 23,8 km de extensão. - Construção da via (desapropriações e obras, de acordo Aproximadamente 117 milhões de reais por quilômetro. com o tipo de implantação), e estações. - Material rodante. Trens e sistemas (elétrico, O custo está diretamente relacionado comunicação), relativos ao headway. à capacidade do sistema.

7 - IMPACTO Menor ‘Impacto Visual’ em relação a o que? - Corredor de ônibus - Viaduto de Corredor de Onibus, VLT, Metrô? - Metrô Subterrâneo? Menor Ruído Sonoro. Estação de Monotrilho em Tóquio Trens de 90m, Headway de 2minutos (ou menos). Impactos Positivos: Melhorias no sistema viário. Redução dos ônibus e melhoria geral na mobilidade e na qualidade ambiental. Metrô de Chicago

8 - SATURAÇÃO Problemas Decorrentes: - Usuários seguram as portas ou se enroscam - Embarque e desembarque mais lento - O volume de passageiros sobrecarrega equipamentos - Aumenta a necessidade de manutenção. - População não atendida demandará outros sistemas. Estação Sé Linha Vermelha - atinge 80.000 p/h/s Sé - grades, programa ‘embarque melhor’ Implantar um sistema inadequado à demanda acarretará aumento de custos ao longo de sua operação.

9 - RAPIDEZ CONSTRUTIVA Estação Pinheiros - Linha Amarela Metrô (2007) Viaduto Expresso Tiradentes (2007) Rodoanel Trecho Sul (2009) Foi anunciado pelo Governo que o primeiro trecho será inaugurado em 2010. 2,4 km, até Oratório, duas estações.

10 - REDE

10 - REDE Em transporte, devemos sempre pensar em rede.

CONCLUSÕES A capacidade do sistema deve estar adequada à demanda, existente e futura. O custo está diretamente relacionado à capacidade do sistema. Implantar um sistema inadequado à demanda acarretará aumento de custos ao longo de sua operação. Em transporte devemos sempre pensar em rede.. O Monotrilho e o Metrô não são sistemas opostos, nem excludentes. Eles são diferentes, possuem capacidades diferentes. Podem ser complementares, assim como os corredores de ônibus, os carros, as bicicletas e o transporte a pé. A meu ver, o sistema de monotrilho está sendo erroneamente empregado neste projeto. A demanda é característica de metrô, e está sendo empregado um sistema que, se atender a demanda, vai fazê-lo no limite de sua capacidade de transporte.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Em 30 anos, de 100 milhões a 1 milhão


08/06/2010 - O Globo

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, conta que as pessoas se espantam quando ele diz que, na década de 80, os trens de passageiros no Brasil transportavam cerca de 100 milhões de pessoas por ano no país, sem contar os trens e metrôs urbanos.

De acordo com o último relatório da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), as duas únicas malhas ferroviárias de transporte de passageiros do Brasil hoje — a Estrada de Ferro Vitória a Minas e a Estrada Ferro de Carajás, ambas operadas pela Vale — transportaram em 2009 1,27 milhão de pessoas.

Este encolhimento brutal em 30 anos, explica o arquiteto Nilson Ghirardello, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), um dos maiores estudiosos do setor ferroviário, deve-se a um conjunto de fatores.

— Historicamente, as nossas malhas ferroviárias, especialmente em São Paulo, seguiram a lógica de escoamento da produção cafeeira. Nunca se projetou um quilômetro de ferrovia no Brasil com o objetivo de transportar passageiros. A prioridade dada por governos ao transporte rodoviário também ajudou a desestimular os investimentos em ferrovias, o que culminou com o sucateamento do parque da antiga estatal RFFSA (Rede Ferroviária Federal) — diz ele. — Hoje, a prioridade dos investimentos ainda é o transporte de carga.

Ghirardello usa as referências dos EUA (onde o transporte é bom, mas a passagem é cara) e da China (onde o transporte não é tão bom, mas a passagem, subsidiada pelo governo, é barata) para analisar o futuro do setor no Brasil.

— Os novos projetos só se viabilizam entre regiões com muita densidade populacional e com uma infraestrutura férrea que acomode trens de velocidade mais alta, para compensar o ônibus — explica.

Abate, no entanto, está otimista sobre o renascimento do trem de passageiros no Brasil. Ao menos entre as regiões onde a demanda pode garantir preços baixos, como é o caso do Trem de Alta Velocidade (TAV) Rio-São Paulo, que ainda assim receberá subsídios do governo federal. Com custo previsto de R$36,4 bilhões, o TAV é a obra mais cara do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), mas já está atrasada por conta da exigência de um plano geral pelo Tribunal de Contas da União. A expectativa é que o projeto fique pronto em 2015, a tempo das Olimpíadas do Rio de 2016.

Além desse projeto, Abate lembra que o governo federal planeja reativar 14 trechos ferroviários regionais da antiga RFFSA. Dois deles — Bento Gonçalves a Caxias do Sul (Rio Grande do Sul) e Londrina a Maringá (Paraná) — estão em fase de estudo de viabilidade.

— Se o TAV for ampliado para Campinas, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, com o governo realmente reativando suas malhas e com os projetos estaduais de ampliação das redes urbanas para o interior dos estados, o transporte de passageiros vai transportar cerca de 100 milhões de pessoas por ano em 2044 — diz Abate.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Obras do DNIT têm andamento adequado no balanço do PAC

Contratos asseguram a manutenção de 53.585 quilômetros de rodovias federais


Na apresentação do décimo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, nesta quarta-feira (02/06), foi apontado o andamento adequado das ações de infraestrutura logística sob a responsabilidade do DNIT como construção, pavimentação e manutenção de rodovias, além de obras em hidrovias. São 2.989 quilômetros de rodovias com obras de construção e pavimentação em andamento e 53.585 quilômetros com a manutenção assegurada por contratos firmados pelo órgão. Na área de hidrovias, as eclusas de Tucuruí estão com 96% das obras realizadas e foram concluídos sete terminais hidroviários no Amazonas.


“O que nós podemos constatar é um movimento claro em direção à conclusão das obras”, observou a coordenadora do PAC, Miriam Belchior, ao apresentar o balanço do PAC ao lado dos ministros dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e do Planejamento, Paulo Bernardo, entre outros. Também esteve presente o diretor geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot. Segundo Belchior, foram executados 71% dos recursos previstos até 2010.

Somente em obras de duplicação em andamento, o DNIT conta com 1.926 quilômetros, destacando-se a BR-101 Nordeste, com 92% realizados na Paraíba (correspondendo a 129 quilômetros), a BR-101 Sul, com 74% realizados (249 quilômetros) e a BR-040/MG, com 90% realizados entre Curvelo e Sete Lagoas (correspondendo a 48 quilômetros).

Entre estas obras de construção e pavimentação de rodovias executadas de 2007 a 2010 destacam-se a BR-319/AM, com 93% realizados de Humaitá ao km 877, e a BR-135/PI, com 95% realizados entre Jerumenha e Bertolínia. Foram iniciadas, de janeiro a abril de 2010, obras em 631 quilômetros de rodovias, a exemplo da construção da ponte sobre o rio Madeira (BR-319/AM/RO), a pavimentação da BR-163/PA entre Santarém e Rurópolis, totalizando 84 quilômetros, e a construção do trecho Manilha-Santa Guilhermina, no Arco Rodoviário do Rio de Janeiro, num total de 26 quilômetros.

02/06/2010


ASSESSORIA DE IMPRENSA/DNIT

Presidente Lula dá início às obras de duplicação da BR-101 em Alagoas e Sergipe


Para duplicar mais de 400 quilômetros da rodovia em Alagoas e Sergipe, o Governo Federal, por meio do DNIT, investirá cerca de R$ 2 bi até 2012


O presidente Luís Inácio Lula da Silva, o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e o diretor-geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot, estarão em Alagoas nesta quarta-feira (09) e em Sergipe, nesta quinta (10), para assinar as ordens de início das obras de duplicação da BR-101 nos dois estados. Sob a responsabilidade do DNIT, serão duplicados 249 quilômetros em Alagoas e 153 quilômetros em Sergipe. As obras, que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, devem ser concluídas em dois anos.


A BR-101 é um grande eixo de integração nacional Norte-Sul, interligando as capitais dos estados nordestinos da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte e estas às regiões Sudeste e Sul. Até o final do ano, o DNIT deve concluir a duplicação da BR-101 nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco (de Natal/RN a Palmares/PE). Além destes trechos, há ainda um trecho de 165 quilômetros na Bahia e o trecho de 25 quilômetros entre Palmares (Pernambuco)e a divisa com Alagoas que serão licitados nos próximos meses. O objetivo é cumprir o plano do Governo Federal de adequar a capacidade da rodovia em todo o Nordeste em três anos.

A nova pista em duplicação será construída em pavimento rígido (concreto), garantindo mais tempo de vida útil para a via. A tecnologia já é empregada no segmento em obras no Nordeste. O projeto de adequação de capacidade inclui também a restauração da pista antiga, a construção e alargamento de pontes em todo percurso. A rodovia ganhará também acessos mais seguros às usinas de açúcar e viadutos nos principais cruzamentos com outras rodovias.

Serviço:

Ordem de início da duplicação da BR-101 em Alagoas

Quarta-feira, 9 de junho, às 16h

BR-101/AL, km 130, São Miguel dos Campos

Ordem de Início da duplicação da BR-101 em Sergipe

Quinta-feira, 10 de junho, às 13h30

BR-101/SE, Estância

Caixa aprova crédito do monotrilho de Congonhas

04/06/2010 - Folha de São Paulo

A Caixa Econômica Federal liberou R$ 6,5 bilhões para o financiamento de 42 projetos de transporte em nove cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.

Entre os projetos habilitados estão a ligação entre o aeroporto de Congonhas e o metrô de São Paulo (Linha 17-Ouro); o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) de Brasília, conexão entre o Aeroporto e a Asa Sul da capital; os monotrilhos Norte/Centro de Manaus; e o VLT de Fortaleza, ligando Parangaba a Mucuripe.

Nas cidades de Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Salvador, foram contempladas as obras do BRT (Bus Rapid Transport), sistema de corredores de ônibus. Também foram aprovados financiamentos para Curitiba.

Os empreendimentos serão financiados com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Para liberação do dinheiro, ainda é necessária apresentação de documentos ao Tesouro Nacional para autorizar o endividamento de Estados e municípios envolvidos nos projetos.

As obras fazem parte do programa Pró-Transporte do Ministério das Cidades e estão dentro do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

De acordo com a Caixa está previsto o financiamento de 48 obras de infraestrutura aeroportuária e de transporte nas 12 cidades que sediarão os jogos da Copa, o que inclui também Cuiabá, Natal, e Rio de Janeiro.

domingo, 6 de junho de 2010

Pedágios:O paulista paga mais



Não dá para esconder mais os pedágios abusivos que Alckmin e Serra implantaram no Estado de São Paulo. Até a Globo fez essa matéria sobre os abusos cometidos pelos tucanos.