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O Setorial de Transportes do PT nasceu junto com o Partido dos Trabalhadores. O objetivo sempre foi o de fomentar políticas públicas para o transporte coletivo e logística para distribuição de mercadorias. Estamos abrindo esse espaço para ampliar a discussão sobre o tema.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Deputado Simão Pedro: “Será que os tucanos paulistas vão pagar para ver outra tragédia?”

Deputado Simão Pedro: “Será que os tucanos paulistas vão pagar para ver outra tragédia?” publicado em 24 de maio de 2012 às 16:25 por Conceição Lemes Lembram-se desta propaganda da época em que José Serra era governador de São Paulo? DO VIOMUNDO por Conceição Lemes Lembram-se desta propaganda da época em que José Serra era governador de São Paulo?
Aprovado em 2007 pelo próprio Serra, o Plano de Expansão do Transporte Metropolitano, ou simplesmente Expansão SP 2008-2010, foi “vendido” como o maior projeto de transporte público já realizado no Brasil. Tinha ainda um slogan sedutor: mais qualidade de vida, mobilidade e desenvolvimento. Porém, quem hoje, em 2012, usa as linhas do Metrô paulistano e da CPTM (na capital e Região Metropolitana) sabe muito bem que há uma distância monumental entre a propaganda tucana — trens modernos, confortáveis, espaçosos, ligeiros, arejados – e a realidade vivida pela população – vagões superlotados, paradas constantes, viagens lentas, falhas. Desde 2007, no mínimo 102 panes graves aconteceram no Metrô de São Paulo; apenas em 2012, somam 33. A da quarta-feira retrasada, 16 de maio, levou à colisão de dois trens na Linha 3-Vermelha, entre as estações Penha e Carrão. Acidente inédito nos quase 38 anos de operação do metrô paulistano, causou danos a 103 usuários (49 usuários feridos, 54 passaram mal). Nas linhas da CPTM, foram 124 panes de 2010 a 20 de abril de 2012, sendo 33 este ano. Houve ainda atropelamento e morte de cinco funcionários (em 2011), três choques de trens (em 2012) que deixaram 54 feridos e revolta da população na estação Francisco Morato (também 2012) por causa dos atrasos constantes. Nessas horas, invariavelmente, os sucessivos governos tucanos têm terceirizado a responsabilidade, jogando a culpa “nos outros”. Os bodes expiatórios são manjados: aumento de passageiros, falha técnica, blusa vermelha, disputa eleitoral. “Uma blusa foi colocada na porta para travar o fechamento“, disse o ex-governador Alberto Goldman (PSDB) em 21 de setembro de 2010, quando das 7h51 às 10h40, a Linha Vermelha parou totalmente, deixando no ar a hipótese de sabotagem com fins eleitorais. Na verdade, houve — o Viomundo denunciou, depois se comprovou — foi uma pane técnica, que fez com que a porta se abrisse fora da plataforma, em pleno túnel, entre as estações Pedro II e Sé. No dia seguinte, nova pane. Dessa vez no sistema pneumático, na estação Sé do metrô. No choque de trens da Linha Vermelha, o sistema eletrônico de sinalização falhou. O deputado estadual Campos Machado, líder do PTB na Assembleia Legislativa, se apressou em dizer que havia indícios de sabotagem envolvendo os trens do Metrô e da CPTM. O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), que demorou a se pronunciar sobre a colisão e afirmou ter sido acidente, aderiu ontem, 23, à hipótese de sabotagem. “Os problemas que as linhas da CPTM e do Metrô vêem tendo nos últimos meses se devem a atos de sabotagem”, disse.“Tivemos casos em que os fios foram cortados e caixas de transmissão quebradas. Isso foi feito especialmente para fazer o sistema parar de funcionar.” Curiosamente Alckmin sequer cogitou ao menos como hipótese (ou será que se “esqueceu”?) que por trás da situação caótica do sistema metroferroviário estão cortes de investimentos feitos por ele próprio, inclusive nos serviços de manutenção, e atrasos em obras de reformas das estações da CPTM, contratos de sinalização, tração e energia. Curiosamente o governador também “se esqueceu” de que o sistema eletrônico que falhou no acidente da Linha Vermelha é da Alstom, empresa acusada de pagar propinas para ganhar concorrências e de fechar contratos fictícios por serviços não prestados. Explico. Em 2008, a Alstom fechou contrato com o Metrô para modernização dos sistemas de sinalização e controle para as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha no valor de R$ 780.499.512. Portanto, a linha onde houve o choque fazia parte do pacote. Duração:3 anos. Início: 3/julho/2008. Término: julho de 2011. Segundo dados publicados no Sigeo, foram pagos R$ 271.019.870 milhões, portanto, 34,72%. Considerando que, pela lei, qualquer aditamento tem 20 dias para ser publicado, por que isso não ocorreu? O que aconteceu com o contrato, virou secreto? Pesquisa no site do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo sobre esse contrato revela apenas o que está na imagem abaixo. Por que a obra não foi concluída? Qual a razão do atraso? A Alston pagou multa por não ter cumprido o prazo? A mudança do sistema de sinalização causou a falha? “Na verdade, os problemas constantes nas linhas do Metrô e CPTM se devem à combinação de negligência, incompetência gerencial, irresponsabilidade e insensibilidade das sucessivas gestões tucanas”, acusa o deputado estadual Simão Pedro (PT-SP). “Quando não faltam com a verdade, tentam minimizá-la. ;É um desrespeito à inteligência das pessoas.” “Estamos assistindo à mesma novela que antecedeu à tragédia da Linha 4-Amarela do Metrô, que matou sete pessoas em janeiro de 2007”, avisa o deputado. “Em 2006 e nos primeiros dias de 2007, nós alertamos sobre acidentes menores que estavam ocorrendo e falhas na execução da obra. Tal como agora, os tucanos fizeram pouco caso das críticas, dizendo que eram da oposição para atrapalhar a eleição do Alckmin, então candidato à presidência da República pelo PSDB. Deu no que deu, infelizmente. Será que vão pagar para ver nova tragédia?” ALCKMIN CORTOU R$ 162 MILHÕES DA CPTM EM 2012 Ao arquitetar o plano Expansão SP, Serra priorizou a compra de trens em relação às melhorias em vias, tração, sistemas de sinalização e oferecimento de energia, que ficaram descompassadas com as composições. Guardadas as proporções, compraram-se “carrões” para circular em estradas “esburacadas”, de terra batida, já que os serviços de manutenção das linhas e dos equipamentos não foram feitos de forma concatenada. Resultado: trens novos em serviços “velhos”, obrigando milhares e milhares de paulistanos e paulistas a viver diariamente um verdadeiro inferno nas linhas do metrô e da CPTM. “Não bastassem a superlotação e as panes constantes, o governo Alckmin acaba de cortar investimentos nas linhas da CPTM”, informa o deputado estadual Alencar Santana Braga, atual líder do PT na Assembleia. “Do total de R$1,04 bilhão previsto para 2012, cortou R$ R$ 165 milhões.” De 2003 a 2011, a CPTM deixou de investir quase R$ 1,1 bilhão a menos que a previsão. São dados oficiais do Sistema de Acompanhamento da Execução Orçamentária (Sigeo). EM 12 ANOS, SÃO PAULO PERDEU 0 EQUIVALENTE A 25,8 KM DE METRÔ Os cortes nos investimentos do Metrô são ainda maiores. Dos R$ 664,7 milhões orçados para 2011, foram executados apenas R$ 456,2 milhões. Ou seja, o Metrô deixou de investir cerca de R$ 208 milhões, ou 31% a menos do que previsto inicialmente. Os dados referem-se à rubrica recapacitação e modernização, que, segundo o Balanço do Metrô de 2011, indicam as despesas com manutenção. Levantamento comparando o Balanço do Metrô com o do Orçamento do Estado de 2011 revela ainda nas despesas em manutenção em todas as linhas do Metrô, inclusive na que os dois trens se chocaram. Dos R$ 253,7 milhões previstos para a Linha 3-Vermelha foram gastos R$ 188 milhões. Ou seja, mais de R$ 65 milhões a menos — um corte de 25%. Se considerados os investimentos na rede atual e os na ampliação de novas linhas, o corte é mais assustador. Dos R$ 4,5 bilhões orçados para 2011, só foram executados R$ 1,16 bilhão, ou seja, diminuição de quase 74%. Detalhe: 56% do R$ 1,1 bilhão (R$ 686 milhões) foram gastos exclusivamente com compras de trens. De 1999 a 2011, os governos tucanos deixaram de investir R$ 10,3 bilhões no Metrô. Considerando que cada quilômetro de rede metroviária custa R$ 400 milhões (segundo dados do Metrô), São Paulo perdeu o equivalente a 25,8 quilômetros. É quase 30% dos 74,3 quilômetros de linhas disponíveis atualmente. “Diante desse quadro, o governador Alckmin insinuar sabotagem chega a ser má-fé”, vai fundo Simão Pedro. “É manobra diversionista, tal como a blusa vermelha em 2010, para tentar jogar nas costas dos outros uma responsabilidade que é única e exclusivamente do governo paulista.” Em tempo. Como o governo paulista bloqueia a instalação de CPIs, o deputado Simão Pedro protocolou na semana passada na Comissão de Infraestrutura da Assembleia Legislativa requerimento para convocar o presidente do Metrô para dar esclarecimentos sobre o acidente e providências tomadas. Será uma ótima oportunidade para ele esclarecer a situação do contrato da Alstom para a sinalização do Metrô, inclusive da Linha 3-Vermelha.

Alckmin deixou a população abandonada

Alencar Santana Braga Para oposição, governador poderia ter evitado a greve dos metroviários No período de uma semana a população paulista se viu por duas vezes refém da falta de uma política pública de transportes públicos, por inoperância do governo do Estado de São Paulo. Na sequência de panes diárias nos sistemas da CPTM e do Metrô, os cidadãos paulistas foram vitimados por uma colisão de trens do Metrô e, agora, afetados pelo caos na cidade diante da paralisação dos metroviários. Essa última situação se dá pela falta de sensibilidade do governo no processo de negociação com o sindicato dos trabalhadores, aliada à ausência de planejamento e ação coordenada para atenuar os problemas previsíveis com a paralisação. O governo Alckmin, mais uma vez, deixou a população abandonada à própria sorte e se apressou em acionar a força policial para reprimir os protestos da população, que são vítimas diárias do apagão dos transportes em São Paulo, e lançou com celeridade um culpado. Aliás, celeridade não usual em seu governo quando trata de resolver as questões do Estado, mas desta vez ele foi rápido em definir como culpado: “a greve é eleitoreira”. Há anos a população é mal assistida de serviços de transportes públicos coletivos. A CPTM recebeu nova roupagem de trens novos com serviços velhos, que é facilmente constatada com as paralisações, reduções de velocidades, por conta de problemas nas subestações de energia. O Metrô está superlotado e também foi atingido pelo descaso do governo do Estado. Diante do caos vivido por milhares de pessoas, que perderam seus compromissos e enquanto outros passaram horas parados em congestionamentos, o governo finalmente cedeu ao bom senso e as negociações avançam. Na reunião de conciliação do início da tarde, o principal ponto definido foi o índice de reajuste salarial de 6,17%, sendo que até antes da paralisação o governo oferecia 5,71%. Pelo acordo sinalizado nesta quarta-feira, o vale-refeição dos trabalhadores será reajustado dos atuais R$ 19,50 para R$ 23; vale-alimentação, de R$ 150 para R$ 218 ao mês; mais o pagamento de um adicional de periculosidade de 15% sobre o salário (atualmente é 10%). Ou seja, o governo tinha margem financeira para fazer a negociação, não havia a necessidade de expor a população paulista a esse sofrimento. Mas o governador Alckmin optou pela queda de braço com o sindicato, “jogou para a galera” quando atribui a greve à motivação política, como se fosse um agente apolítico,como se não fosse um gesto político buscar solução para o impasse. O governador poderia ter tido bom senso e sensibilidade de gestão e calcular o custo benefício em defesa dos interesses da população e de, em parceria com os trabalhadores, construir diálogos e soluções. Deputado Alencar Santana Braga é líder da Bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo

SEMINÁRIO MOBILIDADE URBANA

Ciclo de debates Mobilidade urbana será tema de série de debates pelo Estado Imprensa PT ALESP Mobilidade urbana será o tema de uma série de oito debates que a Liderança do PT na Assembleia Legislativa promoverá pelo Estado de São Paulo.
O primeiro debate, sobre o tema “Mobilidade Urbana na Capital e na Região Metropolitana de São Paulo: Diagnóstico, Desafios e Perspectivas”, será realizado em 28 de maio na Assembleia Legislativa , com participação de especialistas no assunto. A senadora Marta Suplicy e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad vão compor a mesa de abertura dos trabalhos. Durante todo o dia, os debatedores discutirão assuntos como o PAC da Mobilidade Urbana; transportes, trânsito e cidadania na Região Metropolitana; integração metropolitana do transporte público pelo bilhete único e sistemas estadual e metropolitano de transporte público; transporte de alta capacidade; agenda para a mobilidade urbana da cidade de São Paulo; Planejamento urbano, mobilidade e modos alternativos de deslocamento; lei de mobilidade urbana e suas implicações na RMSP Na sequência, os debates percorrem as regiões de Santos (11 de junho); São José dos Campos (14 de junho); Santo André (18 de junho); Sorocaba (21 dejunho); Americana (22 de junho); Guarulhos (25 de junho); São Sebastião (28 de junho). Confira a programação completa: 1º DEBATE: “Mobilidade Urbana na Capital e na Região Metropolitana de São Paulo: Diagnóstico, Desafios e Perspectivas”: 28 de maio – segunda-feira Auditório Paulo Kobayashi – Assembleia Legislativa de São Paulo Horário: das 9h horas às 17h Manhã 8h30 – Recepção/Café 9h – Mesa de Abertura Convidados Deputado Alencar Santana Braga , Líder da Bancada do PT na Alesp . Maurício Muniz Barretto de Carvalho, Secretário da SEPAC - Secretaria do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Deputado Rui Falcão, Presidente PT Nacional Deputado Edinho Silva , Presidente do PT Estadual . Senadora Marta Suplicy 10h/12h30 – 1ª Mesa Temática: Diagnóstico da mobilidade urbana na capital e na RMSP . Coordenador: Deputado José Zico Prado; Temas O PAC da Mobilidade Urbana – Maurício Muniz Barretto de Carvalho - Secretário da SEPAC Transportes, trânsito e cidadania na Região Metropolitana – Engenheiro Horácio Augusto Figueira – Especialista e Consultor Integração metropolitana do transporte público pelo bilhete único e sistemas estadual e metropolitano de transporte público – Deputado Estadual Gerson Bittencourt Transporte de alta capacidade (Metrô e CPTM) – Deputado Federal José de Filippi . Moderador: Prefeito de Osasco, Emídio de Souza Tarde 12h30/14h30 – Almoço 14h30/17h – 2ª Mesa Temática: Uma agenda para a mobilidade urbana da metrópole . Coordenador: Deputado Donisete Braga; Temas A agenda para a mobilidade urbana da Cidade de São Paulo – Fernando Haddad – ex-Ministro da Educação Planejamento urbano, mobilidade e modos alternativos de deslocamento – Jaime Weismman – professor da Universidade de São Paulo A lei de mobilidade urbana e suas implicações na RMSP – Deputado Federal Carlos Zarattini . Moderador: Prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho DEBATES DO INTERIOR 2º Debate 11 de junho – segunda-feira – Santos (Região Metropolitana da Baixada Santista); Local - a confirmar . Coordenação: Deputada Telma de Souza . Temas: porto/VLT/transporte aquaviário (Balsas)/travessia seca (ponte/túnel)/aeroporto/EMTU/sistema viário (Rodovia Anchieta)/autoridade metropolitana 3º Debate 14 de junho – quinta-feira – São José dos Campos (Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Mantiqueira Paulista) . Local - Câmara Municipal de São José dos Campos - auditório Luis Eduardo Magalhães Rua Desembargador Francisco Murilo Pinto, 33 - Vila Santa Luzia . Coordenação: Deputado Marco Aurélio . Participação do Deputado Federal Carlinhos Almeida . Temas: TAV/aeroporto/transporte sobre pneus/bilhete único/integração/duplicação da Rodovia dos Tamoios/prolongamento da Rodovia Carvalho Pinto; autoridade metropolitana 4º Debate 18 de junho – segunda-feira – Santo André (Região Metropolitana de São Paulo – Sub-região Sudeste) Local - Câmara Municipal de Santo André Praça IV Centenário, s/nº - Centro . Coordenação: Deputado Carlos Grana . Temas em debate: mobilidade urbana/monotrilho (Linha 18-Bronze, do Metrô)/corredor de ônibus ABD/integração Diadema-Piraporinha/EMTU (área 5)/Expresso Sudeste (CPTM)/conclusão da Linha 10 da CPTM (término Brás/Luz)/Aeroporto/autoridade metropolitana/bilhete único metropolitano 5º Debate 21 de junho – quinta-feira – Sorocaba (Região Metropolitana de Sorocaba) Local - a confirmar . Coordenação: Deputado Hamilton Pereira . Temas: trem regional SP-Sorocaba/mobilidade urbana/acessos rodoviários/pedágio 6º Debate 22 de junho – sexta-feira – Americana (Região Metropolitana de Campinas) Local - Câmara Municipal de Americana Praça Divino Salvador, 5 . Coordenação: Deputado Antonio Mentor . Participação do Presidente do IPEA, Marcio Pochmann . Temas em debate: pedágio (Dep. Ana Perugini)/integração e bilhete único/ EMTU / trem regional (Dep. Gerson Bittencourt) 7º Debate 25 de junho – segunda-feira – Guarulhos (Região Metropolitana de São Paulo – Sub-região Leste) Local - Universidade de Guarulhos - UnG Praça Tereza Cristina, 88 - Centro . Coordenação: Deputado Alencar Santana Braga .Temas: TAV/aeroporto de Cumbica/trem de Guarulhos (Linha 13-Jade, da CPTM)/Linha 19-Celeste, do Metrô/corredores de ônibus Guarulhos-Tucuruví/Rodoanel(Trecho Norte)/EMTU (área 4)/autoridade metropolitana . Apresentação sobre o PAC da Mobilidade Urbana 8º Debate 28 de junho – quinta-feira - São Sebastião (Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Mantiqueira Paulista – Sub-região 5) Local - Câmara Municipal de São Sebastião Praça Antonio Argino, 84 - Centro . Coordenação: Deputado Marco Aurélio . Participação do Deputado Federal Carlinhos Almeida . Temas: duplicação da Rodovia dos Tamoios/contorno Caraguatatuba-São Sebastião/Porto de São Sebastião

Imobilidade urbana no Estado - Falta aos tucanos capacidade de executar obras essenciais no transporte público

Ciclo de debates Mobilidade urbana será tema de série de debates pelo Estado Imprensa PT ALESP Mobilidade urbana será o tema de uma série de oito debates que a Liderança do PT na Assembleia Legislativa promoverá pelo Estado de São Paulo.
Imprensa PT ALESP Estudo feito pela Bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo sobre a Mobilidade Urbana no Estado foi apresentado pelos deputados petistas à imprensa, nesta quinta-feira (24/5). “Analisando os dados, o que podemos constatar é que, por um lado, não há prioridade do governo do Estado para a mobilidade urbana e, por outro, fica claro a falta de capacidade de planejamento, gestão e execução dos tucanos nas obras, principalmente do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos)”, alertou o líder da Bancada, deputado Alencar Santana. O levantamento aponta que entre 1997 e 2011, os seguidos governos do PSDB em São Paulo deixaram de repassar R$ 7,2 bilhões do Orçamento do Estado ao Metrô e entre 2003 e 2011, mais de R$ 1,1 bilhão para a CPTM. O líder petista explicou que “o problema do Metrô e dos trens da CPTM não é falta de dinheiro, porque no Orçamento há a reserva de recursos, mas que não são executados. É só observamos, por exemplo, o Plano Plurianual (PPA) do Serra (2008-2011) que não foi quase nada cumprido”, Metas do PPA não são cumpridas O estudo mostra por exemplo que, o PPA de Serra previa a implantação operacional do trecho Largo 13 – Chácara Klabin da linha 5 – Lilás, que teve apenas 18% da meta cumprida. Também quase 80% da modernização da linha 7 da CPTM (Luz-Jundiaí) não foi executada. Outra promessa que era a implantação do Corredor Metropolitano Guarulhos-Tucuruvi deixou de ser executado em mais de 77%. “Os tucanos apenas anunciam obras e não cumprem. E anunciam obras grandes e de complexa realização para dois anos, como se isso possível. Para essas obras, entre o projeto fundamental e o projeto executivo, sem falar do processo da licitação, demora entre quatro e cinco anos”, esclareceu o deputado Gerson Bittencourt. Para o líder da Bancada, “o governo dos tucanos não faz a lição de casa e, dessa forma, não tem a quem culpar pelo problema do caos no transporte público, a não ser ele próprio, mas insistem em colocar a culpa nos usuários”. Veja abaixo, em anexo, o estudo elaborado pela Bancada do PT.Acesse http://www.ptalesp.org.br/download/noticia/Apresentação%20Mobilidade%20Urbana%20%20-%20IMPRENSA[1].pdf

Setorial convida para debate sobre Mobilidade Urbana em Campinas

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Ciclo de debates - Mobilidade urbana será tema de série de debates pelo Estado

Mobilidade urbana será tema de série de debates pelo Estado Imprensa PT ALESP Mobilidade urbana será o tema de uma série de oito debates que a Liderança do PT na Assembleia Legislativa promoverá pelo Estado de São Paulo. O primeiro debate, sobre o tema “Mobilidade Urbana na Capital e na Região Metropolitana de São Paulo: Diagnóstico, Desafios e Perspectivas”, será realizado em 28 de maio na Assembleia Legislativa , com participação de especialistas no assunto. Miriam Belchior, ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, a senadora Marta Suplicy e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad vão compor a mesa de abertura dos trabalhos. Durante todo o dia, os debatedores discutirão assuntos como o PAC da Mobilidade Urbana; transportes, trânsito e cidadania na Região Metropolitana; integração metropolitana do transporte público pelo bilhete único e sistemas estadual e metropolitano de transporte público; transporte de alta capacidade; agenda para a mobilidade urbana da cidade de São Paulo; Planejamento urbano, mobilidade e modos alternativos de deslocamento; lei de mobilidade urbana e suas implicações na RMSP Na sequência, os debates percorrem as regiões de Santos (11 de junho); São José dos Campos (14 de junho); Santo André (18 de junho); Sorocaba (21 dejunho); Americana (22 de junho); Guarulhos (25 de junho); São Sebastião (28 de junho). Confira a programação completa: 1º DEBATE: “Mobilidade Urbana na Capital e na Região Metropolitana de São Paulo: Diagnóstico, Desafios e Perspectivas”: 28 de maio – segunda-feira Auditório Paulo Kobayashi – Assembleia Legislativa de São Paulo Horário: das 9h horas às 17h Manhã 8h30 – Recepção/Café 9h – Mesa de Abertura Convidados . Miriam Belchior, Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão . Senadora Marta Suplicy . Fernando Haddad, ex-Ministro da Educação . Deputado Alencar Santana , líder da Bancada do PT na Alesp . Deputado Rui Falcão, Presidente PT Nacional . Deputado Edinho Silva , Presidente do PT Estadual 10h/12h30 – 1ª Mesa Temática: Diagnóstico da mobilidade urbana na capital e na RMSP . Coordenador: Deputado José Zico Prado; Temas . O PAC da Mobilidade Urbana – Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior . Transportes, trânsito e cidadania na Região Metropolitana – Engenheiro Horácio Augusto Figueira – Especialista e Consultor . Integração metropolitana do transporte público pelo bilhete único e sistemas estadual e metropolitano de transporte público – Deputado Estadual Gerson Bittencourt . Transporte de alta capacidade (Metrô e CPTM) – Deputado Federal José de Filippi . Moderador: Prefeito da Região Metropolitana de São Paulo Tarde 12h30/14h30 – Almoço 14h30/17h – 2ª Mesa Temática: Uma agenda para a mobilidade urbana da metrópole . Coordenador: Deputado Donisete Braga; Temas . A agenda para a mobilidade urbana da Cidade de São Paulo – Fernando Haddad – ex-Ministro da Educação . Planejamento urbano, mobilidade e modos alternativos de deslocamento – Jaime Weismman – professor da Universidade de São Paulo . A lei de mobilidade urbana e suas implicações na RMSP – Deputado Federal Carlos Zarattini . Moderador: Prefeito da Região Metropolitana de São Paulo DEBATES DO INTERIOR 2º Debate 11 de junho – segunda-feira – Santos (Região Metropolitana da Baixada Santista); . Coordenação: Deputada Telma de Souza . Temas: porto/VLT/transporte aquaviário (Balsas)/travessia seca (ponte/túnel)/aeroporto/EMTU/sistema viário (Rodovia Anchieta)/autoridade metropolitana 3º Debate 14 de junho – quinta-feira – São José dos Campos (Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Mantiqueira Paulista) . Coordenação: Deputado Marco Aurélio . Temas: TAV/aeroporto/transporte sobre pneus/bilhete único/integração/duplicação da Rodovia dos Tamoios/prolongamento da Rodovia Carvalho Pinto; autoridade metropolitana 4º Debate 18 de junho – segunda-feira – Santo André (Região Metropolitana de São Paulo – Sub-região Sudeste) . Coordenação: Deputado Carlos Grana . Temas em debate: mobilidade urbana/monotrilho (Linha 18-Bronze, do Metrô)/corredor de ônibus ABD/integração Diadema-Piraporinha/EMTU (área 5)/Expresso Sudeste (CPTM)/conclusão da Linha 10 da CPTM (término Brás/Luz)/Aeroporto/autoridade metropolitana/bilhete único metropolitano 5º Debate 21 de junho – quinta-feira – Sorocaba (Região Metropolitana de Sorocaba) . Coordenação: Deputado Hamilton Pereira . Temas: trem regional SP-Sorocaba/mobilidade urbana/acessos rodoviários/pedágio 6º Debate 22 de junho – sexta-feira – Americana (Região Metropolitana de Campinas) . Coordenação: Deputado Antonio Mentor . Temas em debate: TAV/pedágio (Dep. Ana Perugini)/integração e bilhete único(Dep. Gerson Bittencourt)/aeroporto de Viracopos/EMTU/trem regional Araraquara-Campinas/trem metropolitano Jundiaí-Campinas/trem metropolitano São Paulo-Jundiaí/autoridade metropolitana . Apresentação sobre o PAC da Mobilidade Urbana 7º Debate 25 de junho – segunda-feira – Guarulhos (Região Metropolitana de São Paulo – Sub-região Leste) . Coordenação: Deputado Alencar Santana Braga .Temas: TAV/aeroporto de Cumbica/trem de Guarulhos (Linha 13-Jade, da CPTM)/Linha 19-Celeste, do Metrô/corredores de ônibus Guarulhos-Tucuruví/Rodoanel(Trecho Norte)/EMTU (área 4)/autoridade metropolitana . Apresentação sobre o PAC da Mobilidade Urbana 8º Debate 28 de junho – quinta-feira - São Sebastião (Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Mantiqueira Paulista – Sub-região 5) . Coordenação: Deputado Marco Aurélio . Temas: duplicação da Rodovia dos Tamoios/contorno Caraguátatuba-São Sebastião/Porto de São Sebastião

Paralisação dos metroviários - Para oposição, governador poderia ter evitado a greve dos metroviários

Imprensa PT ALESP No período de uma semana a população paulista se viu por duas vezes refém da falta de uma política pública de transportes públicos, por inoperância do governo do Estado de São Paulo. Na sequência de panes diárias nos sistemas da CPTM e do Metrô, os cidadãos paulistas foram vitimados por uma colisão de trens do Metrô e, agora, afetados pelo caos na cidade diante da paralisação dos metroviários. Essa última situação se dá pela falta de sensibilidade do governo no processo de negociação com o sindicato dos trabalhadores, aliada à ausência de planejamento e ação coordenada para atenuar os problemas previsíveis com a paralisação. O governo Alckmin, mais uma vez, deixou a população abandonada à própria sorte e se apressou em acionar a força policial para reprimir os protestos da população, que são vítimas diárias do apagão dos transportes em São Paulo, e lançou com celeridade um culpado. Aliás, celeridade não usual em seu governo quando trata de resolver as questões do Estado, mas desta vez ele foi rápido em definir como culpado: “a greve é eleitoreira”. Há anos a população é mal assistida de serviços de transportes públicos coletivos. A CPTM recebeu nova roupagem de trens novos com serviços velhos, que é facilmente constatada com as paralisações, reduções de velocidades, por conta de problemas nas subestações de energia. O Metrô está superlotado e também foi atingido pelo descaso do governo do Estado. Diante do caos vivido por milhares de pessoas, que perderam seus compromissos e enquanto outros passaram horas parados em congestionamentos, o governo finalmente cedeu ao bom senso e as negociações avançam. Na reunião de conciliação do início da tarde, o principal ponto definido foi o índice de reajuste salarial de 6,17%, sendo que até antes da paralisação o governo oferecia 5,71%. Pelo acordo sinalizado nesta quarta-feira, o vale-refeição dos trabalhadores será reajustado dos atuais R$ 19,50 para R$ 23; vale-alimentação, de R$ 150 para R$ 218 ao mês; mais o pagamento de um adicional de periculosidade de 15% sobre o salário (atualmente é 10%). Ou seja, o governo tinha margem financeira para fazer a negociação, não havia a necessidade de expor a população paulista a esse sofrimento. Mas o governador Alckmin optou pela queda de braço com o sindicato, “jogou para a galera” quando atribui a greve à motivação política, como se fosse um agente apolítico,como se não fosse um gesto político buscar solução para o impasse. O governador poderia ter tido bom senso e sensibilidade de gestão e calcular o custo benefício em defesa dos interesses da população e de, em parceria com os trabalhadores, construir diálogos e soluções. Deputado Alencar Santana Braga Líder da Bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo